
Plano de Ação para a Energia Sustentável de Guimarães aprovado pela Comissão Europeia/Pacto de Autarcas
Documento visa contribuir para o posicionamento do Município de Guimarães como território com baixa intensidade energética e carbónica e com elevada independência energética.
O Município de Guimarães viu aprovado o Plano de Ação para a Energia Sustentável de Guimarães, instrumento fundamental na conceção, implementação e monitorização de medidas ambientalmente sustentáveis, orientadas para o cumprimento das metas do Pacto Europeu dos Autarcas, cuja adesão foi aprovada pela Câmara Municipal de Guimarães no dia 12 de dezembro de 2013 e submetida ao organismo europeu a 02 de janeiro de 2014.
Entre as medidas propostas no Plano de Ação para a Energia Sustentável de Guimarães, está a gestão otimizada da iluminação pública, a realização de auditorias energéticas nos edifícios, serviços públicos e indústrias para avaliar o grau de eficiência energética em que se encontra e identificar o potencial de melhoria, a instalação de painéis solares que promovam a produção de energia elétrica, entre outras medidas.
Este plano, que promove o aumento da eficiência energética através da utilização de fontes de energias renováveis, evidencia os consumos energéticos sobre os quais é prioritária uma atuação e, com base nas características específicas do concelho, fornece elementos para a avaliação de custos e benefícios das medidas que concretizam as metas do Pacto dos Autarcas.
O objetivo da União Europeia é transpor para a escala local os objetivos comunitários da “Política dos Três Vintes”: chegar a 2020 com mais 20% de eficiência energética, mais 20% de energias renováveis e uma redução de 20% nas emissões de gases com efeito de estufa. A adesão ao Pacto de Autarcas implica um forte comprometimento do Município de Guimarães na implementação de políticas de melhoria da qualidade do ambiente e na sensibilização das entidades privadas para a adesão a este desígnio.
A aprovação do Plano de Ação para a Energia Sustentável de Guimarães reforça a vontade da Câmara em consolidar as bases que vão estruturar a candidatura vimaranense a Capital Verde Europeia, em 2017.